Descobri que não quero ficar longe de ti, então seja lá como for, esteja aqui. Pode ser só teus abraços, não importa o jeito que for, desde que teu cheiro fique em mim. Só fica por aqui por favor. Tu mesmo diz o quanto eu já sofri e por isso só quer me ver sorrir... Pois então tenho algo pra lhe contar, meu riso só é feliz contigo. Então fica vai, não vai agora não. Eu prometo não falar. Se nada disso te agradar, me deixe só te olhar, só deixa eu gravar teu rosto para os meus sonhos mais tarde. Sorri para o meu dia iluminar. Finge que discou errado e me liga na madrugada, pede desculpa por me acordar! Mas só promete que fica, fica um pouco mais. Mas se fores, vá como já dizia Mário Quintana "Se me esqueceres, só uma coisa, esqueça-me devagarinho". Basta dizer a verdade. Eu sei, seu coração não quer que isso acabe. Não faz sentido pedir um espaço no meu peito se não pretendes ficar. Se for, já se vá! Mas esqueça alguma coisa por aqui pra depois vir buscar. Não! Quando for não volte nunca mais.
Só mas uma coisa,
fica?
Poetisa
sexta-feira, 2 de maio de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
Meu coração ainda dói.
Ainda não cicatrizou do último desamor.
Ainda chora uma vez que outra.
O coração ainda dói e como dói!
Cada um sabe as dores que carrega.
Cada um interpreta Caetano da sua maneira.
Você nem disse vai, mas eu já fui.
Eu pedi fica e você voou.
Esculpi um amor ridículo de nós e me quebrei em pedaços.
Pode me trazer cobertas,
pois o gelo do meu peito tomou conta do resto do corpo!
Quem sabe da próxima vez, uma carta de adeus não será mais conveniente?
Deveria ter lido teu cartão de visita.
Prestado atenção nas letras a baixo do aviso de cuidado.
Agora passou, foi só mais um rascunho
em busca da minha própria canção.
Fica pra outro dia me apaixonar novamente.
Outra hora algum outro me oferece papel e caneta.
Outra hora outro desamor te abafa.
Outra hora eu te esqueço...
Outra hora,
porque agora eu tô ocupada demais lembrando de você...
terça-feira, 8 de abril de 2014
E aos gritos gemia de prazer enquanto segurava firme minha cintura forçando meu corpo pra cima e pra baixo. Mal seus olhos conseguiam se abrir pra ver a malícia no meu sorriso por te ver daquele estado. Suado. Em êxtase. Entregue. Sem forças. Deu pra sentir teu último estremecer antes de chegar ao ápice de prazer e gozar!
Começou num beijo simples que foi alimentado pelo desejo. Pôs-se entre minhas pernas, levantando meu vestido até a cintura segurando firme uma de minhas coxas. Revirando teu cabelo, tentava escapar, mas o desejo daquele corpo moreno falou mais alto. Depois de tanto tentar abrir minha roupa deixei que me ganhasse e mandasse. Coitado. Mal sabia o quanto eu poderia mandar. Deixei, deixei mesmo que conduzisse, queria saber o que ele tinha a me oferecer. Beijava meu pescoço com voracidade massageando meus seios e minhas coxas. Teus movimentos, roçando tua cintura contra minha calcinha, me deixava molhada e aos risos pois queria mais. Aquele sorrisinho de moleque safado se achando o melhor, ai meu caro. Uma pausa, desculpa, mal posso lembrar sem me exitar. Respira.
Respira.
Não pira.
Vamos lá...
Tão rápido foi a primeira, que precisei provocar. 'Que fraquinho'. Pouco o suficiente, poucas palavras o suficiente pra se formar um desafio. O suficiente pra arrancar meu vestido e entrelaçar minhas pernas na volta do teu corpo. Aos tapas te afastei de mim e corri para o quarto de volta. De pé, me arrepiei ao sentir tuas mãos segurando meu cabelo e puxando minha cintura pra mais perto, tentei me livrar, mas parecia tão mais gostoso te deixar ali esfregando teu corpo no meu, sentir teu membro duro contra minha bunda. 'Teu gemido é tão..' Eu sei amado, meu gemido eu sei que é de deixar qualquer um louco. Empurrou minha cabeça pra frente me deixando empinada apoiada na cama. Num giro rápido, o joguei na cama e fazendo gestos de não com o dedo indicador, fui me afastando. Coloquei uma música. Lenta no começo. Deslizei minhas mãos pelo meu corpo, alisando meus seios e chegando com os dedos até a boca. Rebolando devagar fiquei até a parte mais rápida da música. Logo fiquei de pé em cima dele. Aquele olhar de desejo, aqueles olhos me devorando.
Oh Jesus, se isso é um pecado me leve direto para o inferno!
Descia rebolando e quicando no teu colo, ouvia teu gemido disfarçado que muito me satisfazia. Enfim sentei no teu colo de costas, te deixando uma ótima vista enquanto rebolava sobre o volume da tua cueca. Quanto mais apertava e me apalpava, mas vontade eu tinha de sentar e fazer aquele inocente gozar novamente! Roçava com força enquanto sentia teus tapas! Que me enlouquecem! Voltei a ficar de frente pra ti, e como já estava molhada o suficiente, sem mal pensar penetrei teu sexo no meu. Subia e descia contraindo todos meus músculos pra que me senti-se mais apertada possível. Gemia com gosto no teu ouvido, como uma ninfeta, e lia em seus olhos o suplicio pra não parar. Subi e fiquei um tempo sem descer, apenas rebolando e saboreando dentro de mim só parte superior do teu membro. Tuas mãos forçavam minha cintura pra baixo com desespero 'Eu quem estou no comando querido'. Tua cabeça cai pra trás junto de leves gemidos e quando enfim sinto tuas mãos afrouxarem, sento no teu p*u com força e rapidez, arrancando assim um sorriso de prazer e em mim um gemido sem fim! Arranhava teu peito, deixando a pele em carne viva, deixando marcas por todo lado, por toda parte que restava já que tuas costas já haviam sentido a força das minhas unhas no nosso primeiro sexo! 'Vai, me fode vai' Falava gemendo no teu ouvido, 'Mais rápido' Assim fazia com que meu corpo subisse e descesse, te engolindo com força e rapidez. Foi quando teus primeiros gritos surgiram. Senti meu orgasmo vindo e não parei, mal forças tinha mais, mas meu corpo implorava que eu não parasse! Gemia já sem me preocupar e logo encharquei teu colo com meu gozo. Senti teu gozo vindo e enchendo não só o preservativo, mas o resto do quarto junto com meu orgasmo! Por longos segundos meu corpo foi se entregando ao prazer em sequencias de orgasmos enquanto o teu ia acabando.
Sem parar nossos movimentos, fui apenas diminuindo o ritmo e nossos gemidos foram se abafando. Não vou citar o tanto de elogios, pra não deixar tal cara encabulado, mas ele sabe muito bem o quanto marquei. Desabei ao lado daquele corpo suado e ofegante como o meu. Os ombros largos ao lado dos meus. O pulmão buscando ar desesperado pra retomar o fôlego.
Ah querido, não fui só eu que marquei não. A inocência e inexperiência também marcam sabia?
Meu corpo está de portas abertas pra que tua pele quente me prove, me devore, me enlouqueça novamente. E sei que mal espera a hora de me ver deitada nua na tua cama novamente.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Como um unicórnio rejeitado
Se eu fosse cega, me apaixonaria pela tua voz.
Se eu fosse surda, me apaixonaria pelos teus olhos.
Se fosse muda, diria mil vezes que te adoro só pelos meus toques.
Se eu fosse cega, mesmo muda, inclusive surda, me apaixonaria pela tua pele. Pelo teu toquei, também pelo teu cheiro. Ah... E quando ouvia me dizer o quão bom é meu perfume?!
Penso nas maneiras de te fazer ler minhas dedicatórias, pra que elas cheguem a ti igual teu cheiro, bom e suficiente para deixar rastro. Bom o suficiente para atrair multidões. Espero que minhas dedicatórias não sejam apenas lidas, mas também sentidas. Que lhe faça tremer, assim como as anteriores fizeram.
Eu bebo saudade todos os dias. Eu preferia quando me embriagava de ti.
Fases e fases da Lua passam e eu continuo aqui. Talvez por que eu nunca terei coragem de ir embora realmente. Esqueceu que eu não sou uma boneca de cabelos ruivos e maquiagem azul. Esqueceu que sou de verdade e o que eu sinto é verdadeiro. Especialistas dizem que eu sinto demais. Mal sabem eles que eu sinto muito por sentir demais. Eu sinto muito por não sentires nada.
Sei que o fim será igual como esta sendo agora. Só eu e as palavras. Eu e o papel. Só eu e a caneta. E como eu queria que fossemos só nós!
Contemplar sozinha as estrelas é quase tão egoísta quanto roubar meu coração e pôr na tua estante de troféus. Desejar o céu é quase tão cruel quanto o que eu sinto por ti...
Mas calma, no fundo não precisa se preocupar. Eu guardo uma ferida de cada esquina que eu precisei dobrar. Uma hora vai ser o suficiente e vai amenizar! Meu peito vai suportar.
Eu já me acostumei com a ideia de nunca voltar a ter o que nunca foi só meu. Mas acredite quando eu digo, seja feliz! Minha felicidade vai chegar e assim desejo a ti.
Algumas pessoas nascem pra ser caça e carregar cicatrizes. Outras para ser caçador. Os quais não permitem que lhe deixem marcar, assim como você.
Se tiver pesadelos, pode me ligar. Se quiser compartilhar um sonho bom, também. Nós dois sabemos que os pesadelos não irão mais vir, mesmo assim, gosto de te proteger. Sempre serei teu apanhador de sonhos. De longe peço que nada de ruim lhe aconteça. É uma pena que não possa estar perto, pois perto eu poderia também realizar teus sonhos!
Você sabe quem você é.
E se um dia sentir eu chamar, venha.
Afinal, um dia todo o sonho acaba. Afinal um dia, ou por pelo menos um dia, todos viramos pôneis.
Mas calma, no fundo não precisa se preocupar. Eu guardo uma ferida de cada esquina que eu precisei dobrar. Uma hora vai ser o suficiente e vai amenizar! Meu peito vai suportar.
Eu já me acostumei com a ideia de nunca voltar a ter o que nunca foi só meu. Mas acredite quando eu digo, seja feliz! Minha felicidade vai chegar e assim desejo a ti.
Algumas pessoas nascem pra ser caça e carregar cicatrizes. Outras para ser caçador. Os quais não permitem que lhe deixem marcar, assim como você.
Se tiver pesadelos, pode me ligar. Se quiser compartilhar um sonho bom, também. Nós dois sabemos que os pesadelos não irão mais vir, mesmo assim, gosto de te proteger. Sempre serei teu apanhador de sonhos. De longe peço que nada de ruim lhe aconteça. É uma pena que não possa estar perto, pois perto eu poderia também realizar teus sonhos!
Você sabe quem você é.
E se um dia sentir eu chamar, venha.
Afinal, um dia todo o sonho acaba. Afinal um dia, ou por pelo menos um dia, todos viramos pôneis.
domingo, 16 de março de 2014
E se fez uma semana...
São sete dias.
Sete intermináveis dias.
São cento e sessenta e oito horas.
Cento e sessenta e oito lentas horas.
São dez mil e oitenta minutos.
Dez mil e oitenta eternos minutos.
São seiscentos e quatro mil e oitocentos segundos.
Seiscentos e quatro mil e oitocentos segundos!
Mais zilhões de unidades de medida do tempo para explicar a minha saudade.
Trezentos e oitenta e um mil verbetes da nossa língua a qual nenhum poderia expressar essa saudade.
Sorte a minha que a saudade não mata. Má sorte a nossa de ainda não tenham inventado a resposta imediata para esse desconforto, esse veneno.
Ainda bem que bem que existe o tempo... E que não demore tanto tempo pro tempo me ajudar.
Sete intermináveis dias.
São cento e sessenta e oito horas.
Cento e sessenta e oito lentas horas.
São dez mil e oitenta minutos.
Dez mil e oitenta eternos minutos.
São seiscentos e quatro mil e oitocentos segundos.
Seiscentos e quatro mil e oitocentos segundos!
Mais zilhões de unidades de medida do tempo para explicar a minha saudade.
Trezentos e oitenta e um mil verbetes da nossa língua a qual nenhum poderia expressar essa saudade.
Sorte a minha que a saudade não mata. Má sorte a nossa de ainda não tenham inventado a resposta imediata para esse desconforto, esse veneno.
Ainda bem que bem que existe o tempo... E que não demore tanto tempo pro tempo me ajudar.
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