E aos gritos gemia de prazer enquanto segurava firme minha cintura forçando meu corpo pra cima e pra baixo. Mal seus olhos conseguiam se abrir pra ver a malícia no meu sorriso por te ver daquele estado. Suado. Em êxtase. Entregue. Sem forças. Deu pra sentir teu último estremecer antes de chegar ao ápice de prazer e gozar!
Começou num beijo simples que foi alimentado pelo desejo. Pôs-se entre minhas pernas, levantando meu vestido até a cintura segurando firme uma de minhas coxas. Revirando teu cabelo, tentava escapar, mas o desejo daquele corpo moreno falou mais alto. Depois de tanto tentar abrir minha roupa deixei que me ganhasse e mandasse. Coitado. Mal sabia o quanto eu poderia mandar. Deixei, deixei mesmo que conduzisse, queria saber o que ele tinha a me oferecer. Beijava meu pescoço com voracidade massageando meus seios e minhas coxas. Teus movimentos, roçando tua cintura contra minha calcinha, me deixava molhada e aos risos pois queria mais. Aquele sorrisinho de moleque safado se achando o melhor, ai meu caro. Uma pausa, desculpa, mal posso lembrar sem me exitar. Respira.
Respira.
Não pira.
Vamos lá...
Tão rápido foi a primeira, que precisei provocar. 'Que fraquinho'. Pouco o suficiente, poucas palavras o suficiente pra se formar um desafio. O suficiente pra arrancar meu vestido e entrelaçar minhas pernas na volta do teu corpo. Aos tapas te afastei de mim e corri para o quarto de volta. De pé, me arrepiei ao sentir tuas mãos segurando meu cabelo e puxando minha cintura pra mais perto, tentei me livrar, mas parecia tão mais gostoso te deixar ali esfregando teu corpo no meu, sentir teu membro duro contra minha bunda. 'Teu gemido é tão..' Eu sei amado, meu gemido eu sei que é de deixar qualquer um louco. Empurrou minha cabeça pra frente me deixando empinada apoiada na cama. Num giro rápido, o joguei na cama e fazendo gestos de não com o dedo indicador, fui me afastando. Coloquei uma música. Lenta no começo. Deslizei minhas mãos pelo meu corpo, alisando meus seios e chegando com os dedos até a boca. Rebolando devagar fiquei até a parte mais rápida da música. Logo fiquei de pé em cima dele. Aquele olhar de desejo, aqueles olhos me devorando.
Oh Jesus, se isso é um pecado me leve direto para o inferno!
Descia rebolando e quicando no teu colo, ouvia teu gemido disfarçado que muito me satisfazia. Enfim sentei no teu colo de costas, te deixando uma ótima vista enquanto rebolava sobre o volume da tua cueca. Quanto mais apertava e me apalpava, mas vontade eu tinha de sentar e fazer aquele inocente gozar novamente! Roçava com força enquanto sentia teus tapas! Que me enlouquecem! Voltei a ficar de frente pra ti, e como já estava molhada o suficiente, sem mal pensar penetrei teu sexo no meu. Subia e descia contraindo todos meus músculos pra que me senti-se mais apertada possível. Gemia com gosto no teu ouvido, como uma ninfeta, e lia em seus olhos o suplicio pra não parar. Subi e fiquei um tempo sem descer, apenas rebolando e saboreando dentro de mim só parte superior do teu membro. Tuas mãos forçavam minha cintura pra baixo com desespero 'Eu quem estou no comando querido'. Tua cabeça cai pra trás junto de leves gemidos e quando enfim sinto tuas mãos afrouxarem, sento no teu p*u com força e rapidez, arrancando assim um sorriso de prazer e em mim um gemido sem fim! Arranhava teu peito, deixando a pele em carne viva, deixando marcas por todo lado, por toda parte que restava já que tuas costas já haviam sentido a força das minhas unhas no nosso primeiro sexo! 'Vai, me fode vai' Falava gemendo no teu ouvido, 'Mais rápido' Assim fazia com que meu corpo subisse e descesse, te engolindo com força e rapidez. Foi quando teus primeiros gritos surgiram. Senti meu orgasmo vindo e não parei, mal forças tinha mais, mas meu corpo implorava que eu não parasse! Gemia já sem me preocupar e logo encharquei teu colo com meu gozo. Senti teu gozo vindo e enchendo não só o preservativo, mas o resto do quarto junto com meu orgasmo! Por longos segundos meu corpo foi se entregando ao prazer em sequencias de orgasmos enquanto o teu ia acabando.
Sem parar nossos movimentos, fui apenas diminuindo o ritmo e nossos gemidos foram se abafando. Não vou citar o tanto de elogios, pra não deixar tal cara encabulado, mas ele sabe muito bem o quanto marquei. Desabei ao lado daquele corpo suado e ofegante como o meu. Os ombros largos ao lado dos meus. O pulmão buscando ar desesperado pra retomar o fôlego.
Ah querido, não fui só eu que marquei não. A inocência e inexperiência também marcam sabia?
Meu corpo está de portas abertas pra que tua pele quente me prove, me devore, me enlouqueça novamente. E sei que mal espera a hora de me ver deitada nua na tua cama novamente.