São sete dias.
Sete intermináveis dias.
São cento e sessenta e oito horas.
Cento e sessenta e oito lentas horas.
São dez mil e oitenta minutos.
Dez mil e oitenta eternos minutos.
São seiscentos e quatro mil e oitocentos segundos.
Seiscentos e quatro mil e oitocentos segundos!
Mais zilhões de unidades de medida do tempo para explicar a minha saudade.
Trezentos e oitenta e um mil verbetes da nossa língua a qual nenhum poderia expressar essa saudade.
Sorte a minha que a saudade não mata. Má sorte a nossa de ainda não tenham inventado a resposta imediata para esse desconforto, esse veneno.
Ainda bem que bem que existe o tempo... E que não demore tanto tempo pro tempo me ajudar.
eu te amo!
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